Leituras de minha infância
Buscando em minhas memórias deparei-me com a lembrança de quando ainda não era letrada e ficava olhando as imagens dos livros de meus irmãos mais velhos e criava minhas próprias histórias. Com muita paciência, meu irmão as lia para mim e decifrava aqueles códigos ainda secretos ao meu entendimento. Quando comecei a decifrá-los, passava horas envolvida nos livros e, descobri que muitas histórias tinham o final diferente dos contados por meu irmão, que também os fazia, às vezes, de acordo com a sua imaginação. E, ao questioná-lo, ele dizia que as preferia assim... Descobri então, que a leitura tem esse poder, de nos envolver a tal ponto que nos leva a entrar na história e a participar junto, misturando as emoções.
Hoje me lembro de quantas vezes quis mudar o final de “Meu nome é esperança”, de Ganymedes José... ou ‘conversar’ com o pai de “Zezinho, o dono da porquinha preta”... Muito bom reviver esses momentos!
Silvana
Realmente, a magia de viver outras vidas é algo fabuloso que precisa ser estimulada e desenvolvida com nossos alunos que, muitas vezes não têm a oportunidade em casa.
ResponderExcluirTambém li "Zezinho o dono da porquinha preta" quando tinha aproximadamente 9 anos, fiquei muito envolvida com a história, quando é possível indico aos alunos do 6º ano para lerem também.
ResponderExcluir