domingo, 15 de abril de 2012


                         FELICIDADE NÃO TEM FIM...

Infância, doce infância.  A leitura das histórias clássicas como: Branca de neve e os sete anos, Cinderela... permearam  a infância de todas as meninas... Recordo-me que minha avó lia muitas  histórias no final das tardes.  Seus textos sempre apresentavam algo inédito a cada releitura.  Era maravilhoso ouvir e imaginar como as ações aconteciam.  Com o passar dos anos ganhei uma "vitrola" que tocava pequenos discos de vinil.  A partir de então, eu ouvia a história que "saía" como mágica do disco, descobri que alguns pontos eram diferentes das narrativas de minha avó.  Após meus 7 anos, fui alfabetizada e passei a ler para minha querida avó que não sabia ler, mas imaginava um mundo mágico, único, esplendido para me encantar enquanto não dominava a leitura.

Simone Dezani

2 comentários:

  1. É muito interessante como os avós, alfabetizados ou não, têm uma presença marcante na contação de histórias para as crianças, não é? Comigo também foi assim.

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  2. Uma leitura muito marcante na minha infância (e com certeza de várias outras pessoas) é Monteiro Lobato e suas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo. Minha mãe fez questão de dar a mim e ao meu irmão o livro "Reinações de Narizinho" por que ela era muito fã do Sítio na TV.
    Sempre adoramos as histórias e o mais interessante é que hoje minha afilhada de apenas 5 anos também adora as mesmas histórias e foi justamente com esse mesmo livro que eu a presenteei no último Natal.
    É a literatura sempre viva e atual unindo e encantando várias gerações.

    Elenilson Mazari.

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